23/06/2017

Não se afaste, mas não me sufoque: qual é o limite?
Não se afaste, mas não me sufoque, eu digo. Você pergunta: mas onde fico, o que faço, qual é o limite? Difícil responder. Não há uma fórmula exata.

Enquanto humanos, estamos constantemente em movimentos visíveis e invisíveis. Caminhar e trabalhar são visíveis. Envelhecer e amadurecer são invisíveis. Mas tudo se move.

Preciso de espaço para me encontrar e sinto muito não saber detalhar quem sou. Penso que perdi porções de mim ao caminhar. Mas se preciso de espaço para crescer, também preciso de abraços para por os pés no chão. A medida de cada coisa não sei dizer.

Num dia preciso mais de espaço. No outro, mais abraços. E em quase todos não sei ou não sinto vontade de verbalizar. É uma merda, eu sei. Acredite: eu sei.

Um depressivo quase que exige um clarividente ao lado. É duro demais adquirir clarividência assim. Eu imagino. Mas creia que a mesma dureza se dá com a depressão.

O desequilíbrio não se instala somente no ser portador da doença. Todos ao redor adoecem, desequilibram, enlouquecem. Num dado instante nos vemos obrigados a desenvolver aptidões inimagináveis. Você procura entender que diabos acontece com uma pessoa que não quer se levantar ou passar um simples café. Enquanto eu procuro razões para não morrer, num primeiro momento. Depois, vou em busca do viver e do meu ser. Lentamente, num processo que leva meses, anos.

Mas se realmente posso pedir algo é: não diga que depressão é vagabundagem, malandragem, falta de sexo, de álcool, de Deus, de igreja, etc. Aliás, procure ouvir muito mais do que dizer.

- Ah. Mas você não fala.

Sei que falo pouco. Agora. Mas se você salpicar um pouco de compreensão em cada olhar, em cada abraço, posso ir recuperando aquilo que perdi. E nunca diga ou pense que depressão é frescura. É doença e como tal deve ser tratada. Não somos vítimas, nem carrascos. Nem somos doentes: apenas estamos doentes. Temporariamente. E não se afaste. Nem me sufoque. Por favor.

#DepressãoComunica: nova coluna do #ComunicaTudo. Nela, relato minha experiência pessoal com a doença (em tratamento), crescente no mundo todo e causadora de males inimagináveis. Quer falar sobre sua experiência? Mande-me email: marceloaugustodamico@gmail.com - precisamos falar sobre isso.

(Via Marcelo D'Amico)
 
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Problemas em acordos de redução de sódio e açúcar nos produtos industrializados
Problemas em acordos de redução de sódio e açúcar nos produtos industrializados. Para o IDEC, metas estabelecidas são tímidas e há falta de participação social nas tomadas de decisão

Na terça-feira (13/07/17), o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, e a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia) renovaram o acordo para reformular a quantidade de sódio nos produtos processados e ultraprocessados.

Apesar da expectativa de redução de 28,5 mil toneladas de sódio nos alimentos industrializados até 2022, o Idec vê com desconfiança o compromisso firmado, devido à falta de participação social nas discussões e a ineficácia de metas voluntárias no País.

“Não existe punição prevista caso alguma parte do acordo não seja cumprida, uma vez que as decisões são feitas pela própria indústria”, afirma Ana Paula Bortoletto, nutricionista e pesquisadora do Idec.

Desde 2011, diversos acordos voluntários foram assinados com o objetivo de reduzir o uso de sódio no Brasil. Cerca de 30 categorias da indústria alimentícia adotaram a medida, entre eles os setores de carnes e lácteos.

O Idec realizou uma série de pesquisas para monitorar o cumprimento das metas incluídas nos acordos. Em uma avaliação feita com base nos anos de 2011 até 2014, foi constatado que o valor estipulado era muito baixo e ineficiente, pois grande parte dos produtos envolvidos apresentavam a quantidade de sódio dentro da meta para ser reduzido ou estavam muito próxima de atingi-la

Atenção para os ultraprocessados

Uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entre 2008 e 2009 mostra que a população brasileira tem mudado os hábitos alimentares relacionados ao sódio.

Apesar de o sal de cozinha e os temperos prontos serem a principal fonte do consumo da substância, essa tendência tem diminuído, enquanto o consumo de alimentos processados e ultraprocessados têm aumentado - produtos que normalmente contêm sódio em excesso.

“A alimentação não trata apenas dos nutrientes, mas sim dos alimentos que os contêm. Assim, na hora de nos alimentarmos, devemos ter em mente a importância das escolhas saudáveis”, comenta a nutricionista e pesquisadora do Idec Laís Amaral.

Açúcar em discussão

A redução de açúcar também está na pauta do Ministério da Saúde. Em 23 de maio, um encontro técnico foi promovido pelas associações do setor de alimentos e bebidas para tratar de acordos voluntários. Também estiveram presentes o Ministério da Saúde, a Anvisa, representantes do setor produtivo e pesquisadores.

Durante a reunião, foi decidido que o Plano de Redução de Açúcar em Alimentos Industrializados terá formato parecido com o de sódio e seu lançamento está previsto para o segundo semestre deste ano. O foco inicial será nos produtos lácteos, bebidas adoçadas, biscoitos, bolos e achocolatados.

Para o Idec, as estratégias de redução do açúcar e do sódio são importantes para a prevenção da obesidade e doenças crônicas, mas não devem ser vistas como a principal solução.

“É importante que o Plano de Redução de Açúcar foque nesses produtos ultraprocessados, pois além de conterem aditivos alimentares, eles possuem maior participação na ingestão de açúcares livres, de acordo com a pesquisa do IBGE”, afirma Amaral.

(Via IDEC)

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Startup oferece bolsas de estudos no valor de R$ 30 mil
Estudantes com 18 anos ou mais, dos ensinos médio ou superior, de qualquer área do conhecimento podem participar; Eduardo Felipe, aluno da UFABC-SP, ganhou a bolsa da GotChosen no valor de R$ 15 mil no ano passado

A GotChosen* anuncia programa de bolsas de estudos para alunos do ensino técnico e superior, concedendo uma bolsa de estudos em dinheiro, no valor equivalente a R$ 30 mil. As inscrições encerram no fim de junho. O interessado precisa criar um perfil na plataforma da GotChosen, postar uma publicação original sobre qualquer assunto de interesse e conseguir pelo menos um voto positivo para o post, a fim de se qualificar ao sorteio. Não há limites de publicações por participante. O concorrente receberá uma chance extra para cada voto positivo que seu(s) post(s) receber(em). Quanto mais votos, tanto maiores as chances de ser sorteado. As inscrições para o sorteio são grátis e devem ser feitas até o dia 30 de junho, exclusivamente na página https://www.gotchosen.com/bolsas, onde estão disponíveis as regras de participação.

Desde a instituição do programa de bolsas, em 2012, a empresa já concedeu um valor superior a R$ 1,3 milhão para mais de 65 estudantes universitários, distribuídos em bolsas de estudo, com valores que vão de R$ 3 mil a R$ 120 mil. Segundo Oz Silva, CEO e fundador da GotChosen, os estudantes foram fundamentais no início da empresa, ao testarem a tecnologia, e agora a companhia seguirá dando sequência ao programa de bolsas de estudo.

“Queremos ajudar no desenvolvimento profissional e pessoal, estimular criatividade e agregar conhecimento de marketing, através da plataforma social da GotChosen, que une tecnologia, inovação e educação”, conta Silva. “A ideia é preparar os jovens, pois em geral, não têm conhecimento pleno dos esforços que são necessários para conquistar uma posição de êxito em um mundo tão competitivo”, acrescenta ele, ao destacar que desde o início do programa, em 2012, sua visão foi criar diferentes formas de concursos, entre eles, o melhor vídeo, o vídeo game mais jogado, o post mais popular, o conteúdo mais divertido e sorteios aleatórios.

Como participar da bolsa vigente
Podem participar do sorteio estudantes com no mínimo 18 anos, regularmente matriculados, em qualquer área do conhecimento, e o dinheiro da bolsa deve ser utilizado para o pagamento de mensalidades escolares, amortização de financiamento estudantil ou ser usado na aquisição de material didático e de apoio educacional, no caso de alunos de escola pública.

O vencedor será conhecido em julho, escolhido por meio de um sorteio aleatório, supervisionado por um grupo independente, e realizado nos Estados Unidos. O resultado será publicado no site da GotChosen, no link https://gotchosen.com/channel/140. As bolsas de estudos são oferecidas gratuitamente a cada dois meses, com valores e critérios diferenciados.

Fazem parte da galeria de vencedores, estudantes de diversas partes do mundo e de variadas áreas do conhecimento, como Música, Tecnologia, Biologia e Relações Internacionais. Entre eles está o brasileiro Eduardo Felipe, que recebeu uma bolsa no valor de R$ 15 mil em maio de 2016, na categoria de post mais popular. Felipe conheceu o programa em uma palestra apresentada na Universidade Federal do ABC (UFABC-SP), onde cursa Ciência e Tecnologia. Sua história (e a dos outros vencedores) pode ser conferida na página https://www.gotchosen.com/channel/140.

“A filantropia sempre foi um dos alicerces da GotChosen. No início, um dos nossos slogans era ‘Doing good before doing big’, ou seja, fazer o bem antes de fazer coisas grandes”, afirma Oz, ao lembrar que muitas empresas só fazem trabalhos filantrópicos ou sociais depois que se tornam grandes. “Não conheço empresas que tenham tomado uma iniciativa semelhante desde o início da operação”, completa o CEO da GotChosen.

*GotChosen: empresa americana de tecnologia fundada pelo empresário brasileiro Oz Silva. Site: www.gotchosen.com

(Via Caio Ramos e Nando Rodrigues)

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Disco mais elogiado de 2017: Melodrama - Lorde

David Bowie disse que Lorde era o futuro da música. A artista que hoje tem 20 anos lança seu segundo disco: Melodrama, simplesmente o disco pop mais elogiado do ano, sucesso de crítica e público. 

O ano era 2013. Chegava às lojas Pure Heroine, o primeiro álbum de Ella Marija Lani Yelich-O’Connor, ou Lorde. Foi sucesso de crítica e público e todo mundo sabia cantar “Royals” de cor e salteado, em todas as versões possíveis.

O segundo álbum da cantora era amplamente esperado. Afinal, segundos álbuns são complicados, é necessário manter-se familiar para concretizar seu lugar na música ao passo em que é necessário evoluir para ainda ser relevante na indústria.

Melodrama, lançado na última sexta-feira (16), é a prova de que Lorde não apenas compreende essa missão, como está também madura o suficiente para cumpri-la.

O álbum se mostra uma mistura competente de storytelling e pop, “Green Light”, a primeira faixa e também primeiro single a ser lançado, dá o tom do que vem a ser Melodrama. Um álbum que fala sobre uma noite de farra em que alguém se apaixona e começa a ter dúvidas sobre o que o ato de se apaixonar representa para uma noite de farra.


Esse talvez seja o maior indício de amadurecimento por parte da artista. Lorde canta sobre o amor, mas de um jeito cru, como se fosse algo abstrato demais para ser facilmente compreendido.

Essa abordagem mais intimista é bem-vinda e não é necessariamente original, mas Lorde foge do lugar comum. Faixas como a já citada “Green Light”, “Sober” e “Hard Feelings/Loveless” versam sobre a ideia de encontrar alguém espacial e bater de frente com a efemeridade das relações atuais. Afinal, vivemos numa “geração sem amor”, já diz “Hard Feelings/Loveless”.

É em “Hard Feelings/Loveless” que também há o maior grau de experimentação do álbum. Além dela, “The Louvre” e “Supercut” também apresentam algo diferente do que já foi apresentado por Lorde. Ambas tem um tom de balada romântica, principalmente com a crescente em “The Louvre”, que começa baixa, quase um sussurro, e vai aumentando, como se o eu lírico ganhasse consciência daquilo que canta.

Curiosamente, essas três faixas que mais experimentam são as mais importantes para a história que Melodrama conta. “The Louvre” conta uma relação que começa problemática, talvez obsessiva, mas que vale a pena viver e que talvez seja bonita o suficiente para ser exibida no museu do Louvre (“nos fundos do Louvre, mas quem se importa? É o Louvre”).

“Hard Feelings/Loveless” serve como a aceitação de relação problemática e “Supercut” é um sopro otimista que discorre sobre como o melhor a se fazer é prender-se apenas às partes boas de uma relação. Por “sopro otimista” entende-se aquele otimismo bem forçado, que você toma pra si só pra falar que está vivendo algo bom.


Cada um desses três momentos são alternados por faixas como “Liability”, “Sober II (Melodrama)”, “Writer in the Dark” e “Liability (Reprise)”. Estas servem como que para anular o progresso da história.

Lorde discorre nessas músicas sobre suas dúvidas acerca do que sente. Seja o que sente sobre si mesmo e o amor que recebe (e dá) em “Liability” e “Liability (Reprise)” ou sobre aquele que ama (e é amado) em “Sober II (Melodrama)” e “Writer in the Dark”.

Melodrama trabalha essa alternância de sentimentos com competência e justifica o nome que leva. Toda história melodramática é cercada por dúvidas, exageros, situações que beiram a infantilidade (o “fico obcecada com sua pontuação” de “The Louvre”).

Lorde trabalha esses elementos em suas músicas com cuidado e de forma sutil, condenando-os e ao mesmo tempo exaltando-os. Talvez seja essa a função de “Perfect Places”, música que fecha o álbum e versa sobre ira à “lugares perfeitos” para “viver e morrer na mesma noite”.

“Perfect Places” tem a intenção de mostrar que toda a história contada nas faixas anteriores tem um ar de ciclo vicioso. Em que após “Perfect Places”, você encerra a história contada até o momento e recebe o convite para a noite de curtição apresentada em “Green Light”.


E isso vai ao encontro da sonoridade entorpecente de Melodrama. Desde Pure Heroine, Lorde trabalha batidas anestésicas, que cantam sobre sentimentos e atitudes que beira (ou representa) o vício.

Essas metáforas dialogam perfeitamente com o que foi apresentado em Pure Heroine e mostram como Lorde evoluiu sua música, preservando sua identidade no processo.

Melodrama é a prova de que Lorde tem um excelente controle criativo do que produz, definindo quais caminhos quer ou não seguir daqui pra frente.

(Via Lucas Cabrero)

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22/06/2017

5 covers melhores que os originais? Veja os vídeos
5 Covers melhores que os originais? Veja os vídeos do cover e da versão original. Depois diga se concorda ou não.

Fiz uma lista quase intuitiva de cinco covers que considero melhor que a versão original. Foram as cinco primeiras músicas que lembrei. Poderia ter colocado muitas outras, mas a ideia é mostrar aqui alguns casos que considero exemplares. Veja os vídeos abaixo.

1 - Johnny Cash - cover de Hurt (Nine Inch Nails)

Johnny Cash pegou essa música com tanta propriedade que parece ser dele a canção. Impossível não se emocionar ao ouvir voz e violão, principalmente para quem conhece um pouco da história biográfica dele.

Johnny Cash

Nine Inch Nails



2 - Beatles - cover de Twist and Shout (The Top Notes)

Twist And Shout foi composta por Phil Medley and Bert Russell e sua primeira gravação oficial foi feita por uma banda chamada The Top Notes. Logo após regravada por The Isley Brothers, numa versão mais próxima daquela que ficaria imortalizada na versão dos Beatles.

The Beatles

The Top Notes

3 - Joe Cocker - cover de With A Little Help From My Friends (Beatles)

Os Beatles são, em minha humilde opinião, indiscutíveis. Mas a versão de Joe Cocker para essa música é algo que transcende muito a original, em seu também excelente álbum de estreia. Ainda contando com a guitarra de Jimmy Page na gravação original de Cocker.

Joe Cocker


Beatles


4 - Charles Bradley - cover de Changes (Black Sabbath)

Charles Bradley tem uma biografia incrível, uma vida sofrida e o merecido reconhecimento muito tardio. Seu disco de estreia foi lançado quando Charles já tinha mais de 62 anos. Artista brilhante, deixa transbordar toda a sua alma nesta versão originalmente composta por Black Sabbath.

Charles Bradley


Black Sabbath


5 - Peter Tosh & Mick Jagger - cover de Don’t Look Back (The Temptations)

Um é famoso no mundo do reggae e o outro no mundo do rock. Juntos recriaram uma bela canção gravada pelo Temptations. Ótimo resultado e superior ao original.

Peter Tosh & Mick Jagger

The Temptations


(Via Marcelo D'Amico)

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Paris para amantes das sete artes

Paris tem vários títulos (“cidade luz”, “cidade do amor”, etc), porém gosto de pensar na capital francesa como a capital da arte. Costumo dizer que Paris divide com Florença este título.

A cidade não só produz muita arte, como também exibe os trabalhos de muitos artistas estrangeiros. Se você souber para onde ir, voltará de sua viagem com uma bagagem cultural extremamente maior do que chegou.

Pintura

A pintura é a forma de arte mais presente na cidade de Paris, tendo como exemplo óbvio a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, símbolo da cidade e do museu do Louvre. No entanto, há mais obras para ver lá do que apenas esta.

A primeira dica envolvendo o museu mais famoso de Paris será a do tempo: reserve bastante tempo para ver o museu com calma. Caso contrário, acabará perdendo o que ele tem a oferecer. Se estiver com pressa ou com poucos dias, busque as principais pinturas: “Mona Lisa” de Da Vinci e “Liberdade Guiando o Povo” de Delacroix. De preferência, reserve tempo para apreciar as demais obras como: “A Coroação de Napoleão” de Jacques-Louis David, “A Rendeira” de Vermeer, “Virgem das Rochas” de Da Vinci, “Retrato de Louis XIV” de Rigaud, “A Virgem do Chanceler Rolin” de Jan van Eyck. O museu conta com mais obras italianas, seja de Da Vinci, Rafael, Caravaggio, etc.


Para além do Louvre, então, indico: Museu D’Orsay, L’Orangerie, Petit Palais e Centro Georges Pompidou. Obviamente, indicaria que visitem todos os que puderem, mas vou me manter “breve”.

Destes todos, meu favorito é o D’Orsay. Lá, encontra-se um número imenso de pinturas de Van Gogh, Courbet, Degas, Monet, Renoir, entre outros. O museu não é tão grande como o Louvre, porém as salas são repletas de pinturas preciosas. Desde o autorretrato mais famoso de Van Gogh até “A Aula de Balé” de Degas, todas são encantadoras. Quanto ao L’Orangerie, o grande destaque é a sala de Monet. Este é o museu que expõe “As Ninféias” (tela gigantesca, que dá uma volta 360º na sala).


O Petit Palais, por sua vez, é um pouco menos visitado pela maioria dos turistas, mas também guarda tesouros lindos. O prédio em si já sendo uma obra de arte, o museu conta com diversas telas impressionistas e simbolistas não tão famosas, porém magníficas. Vale a pena a visita!

Quanto ao Pompidou, reservo esta dica apenas para os fãs de arte moderna. O museu conta com obras famosíssimas, como “A Fonte” de Duchamp.

Escultura

Se o tipo de arte que você busca for esculturas, não deixe de visitar os seguintes museus: Louvre e Rodin. Sendo o primeiro generalizado e o últimos especializado em apenas um artista. Destaco, nesta área, as obras “Vênus de Milo” (Louvre), “Vitória de Samotrácia” (Louvre), “O Beijo” (Rodin) e “Psiqué Reanimada pelo Beijo do Amor” (Louvre).


Literatura

Se você é um fã de literatura, provavelmente gosta da Geração Perdida de 1920. Paris é o lugar onde viviam, nesta época, os artistas estadunidenses e de demais países. Dentre eles, Ernest Hemingway, Scott Fitzgerald e sua Zelda, Gertrude Stein, T. S. Elliot, entre muitos outros. O hotspot para qualquer fã destes autores é, certamente, a livraria “Shakespeare & Company”, localizada no endereço 37 Rue de la Bûcherie.


Neste endereço, os artistas da Geração Perdida se encontravam, compravam livros, realizam clubes de leitura e eram amigos íntimos das donas. Além disso, a livraria é um encanto por si só! A fotografia lá dentro é extremamente proibida, então só indo para ver! Se você já assistiu Meia Noite em Paris, de Woody Allen, provavelmente se lembra que o tema do filme é a própria Geração Perdida. Dentre as locações, está a nossa livraria.

Por último, recomendo uma visita à casa do escritor francês, Victor Hugo, localizada em 6, Place des Vosges. A tour é muito legal e a casa está bem conservada!

(Via Perambularte, por Mandy Affonso)

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Em crise, brasileiros apostam na internet como trabalho e geração de renda
Em crise, brasileiros apostam na internet como trabalho e geração de renda

Fatos interessantes

- Segundo as informações do próprio Google, dono do famoso canal de vídeos, a cada minuto são geradas 500 novas horas de conteúdo no YouTube.
- O Brasil ocupa o 2º lugar mundial em visualizações de vídeos online, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. 
- No ranking de outubro de 2016, divulgado pela Snack Intelligence/Tubular Labs, encontramos 24 brasileiros na lista dos 100 canais mais influentes do mundo.

Brasil e os influenciadores digitais na internet

Isso é uma pequena amostra de como o Brasil é um mercado em potencial para os chamados influenciadores digitais, pessoas que usam as redes sociais como Twitter, Facebook, Instagram, Snapchat e YouTube, para se comunicar com o público. E sendo formadores de opinião, se tornam profissionais da web e lucram bem com isso. Como? Por exemplo, uma simples postagem pode se transformar em venda eficiente, fazendo com que as celebridades da web sejam os canais preferidos do mercado publicitário.

A internet tem sido cada vez mais um campo de trabalho para muitos brasileiros que fogem do desemprego e da crise financeira. A web registrou sua maior alta do último período, 13,7% no primeiro trimestre de 2017, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua, divulgados em abril deste ano. São mais de 3,1 milhões de pessoas sem trabalho, que têm visto o potencial da grande rede de computadores na geração de renda e trabalho.

A web como mercado de trabalho

A revista norte-americana Forbes divulgou recentemente um ranking mostrando que o YouTube é a rede que melhor paga os “digital influencers”. Um youtuber com mais de 7 milhões de seguidores pode ganhar até US$ 300 mil. Já no Facebook, o valor chega à US$ 187 mil e no Instagram, US$ 150 mil.

Para transformar o que era apenas diversão em trabalho e gerar renda, é preciso se profissionalizar. Saber direcionar os trabalhos e administrar as carreiras, já que existem diversas formas para se destacar e gerar renda online. Muitas vezes indo além da web, lançando livros, produtos licenciados e até mesmo shows de teatro e stand-up comedy, por exemplo.

Fazendo networking, palestras e aprendizado

Eventos nesta área têm tido muito sucesso exatamente por todo este atrativo, como a Conferência Nacional de Blogs (CNB), que ganha sua quinta edição este ano, atraindo cada vez mais frequentadores. Criado e realizado pela CBBlogers, o encontro acontece em 24/06/17, das 8h às 18h, no hotel Maksoud Plaza*, São Paulo. O evento é destinado a um público amplo, desde quem pretendem criar um blog, até quem já possui um e deseja ganhar destaque, mostrando como direcionar a carreira dos influenciadores para o sucesso.

Espera-se mais de 600 pessoas assistindo às palestras de especialistas e conhecendo as novidades e tendências do mercado digital. Além das idealizadoras do evento e sócias da CBB, Ana Jacobs e Dani Sanches, especialistas da área como Tiago Augusto, professor da Universidade Belas Artes, Bruna Toni, Community Marketing Manager do Pinterest no Brasil e Ana Tex, especialista em Marketing Digital, ministrarão palestras, contribuindo para melhorias nas redes sociais do público. A mesa redonda discutirá temas atuais que afetam ou contribuem no trabalho dos influenciadores digitais com convidados como as influenciadoras Júlia Forti, Camila Nunes e Débora Luz, e representantes de grandes empresas como Dafiti, Awin e a RP do Grupo Ikesaki, Carla Bianchi.

Entre as novidades do evento estão o Espaço Colab, um cantinho para gravar vídeos com seus YouTubers preferidos, como SOS Debb, Priscila Simões e Kathy Castricini. O Lounge ao vivo trará as top bloggers Raka Minelli e Ingredy Barbi, que estarão recebendo convidados especiais para entrevistas exclusivas. O evento também contará com muitos outros influenciadores, além de um bate-papo com John Drops, fenômeno nas redes com memes curtidos por celebridades nacionais e internacionais. Os ingressos do evento já estão esgotados.

Tornando-se um influenciador digital

De qualquer modo, existem várias formas de se profissionalizar como um influenciador digital (digital influencer). Há muito material gratuito na web e muitas instituições que promovem palestras e encontros do setor. Fique atento ao Comunica Tudo ou entre em contato caso precise de mais informações.

- Cronograma completo no site: http://www.cbblogers.com/
*Hotel Maksoud Plaza: rua São Carlos do Pinhal, 424, Bela Vista, São Paulo, SP.

(Com Janaina Hassim)

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Ouro: investimento seguro durante instabilidade política
Solidez do metal precioso protege contra riscos de economia imprevisível, segundo especialista

Em meio a uma crise política que causa apreensão no mercado financeiro e aumenta a instabilidade da já combalida economia nacional, investidores em busca de segurança podem contar com um ativo mais antigo que a própria democracia: o ouro. Esta é a avaliação de Mauricio Cavalcante, diretor de câmbio da Ourominas*, que destaca tanto a solidez quanto a liquidez do metal precioso como atrativos frente ao atual cenário do Brasil.

"Sem dúvida, o ouro é uma das melhores opções para investidores que desejam resguardar suas finanças na atualidade brasileira", diz Cavalcante, que explica a variação do preço do metal segundo a onça troy, uma taxa afetada principalmente pelos mercados europeu e de Nova York. "Ou seja, ainda que o valor seja afetado por instabilidades no mercado nacional, ele é menos imprevisível que outras aplicações", afirma.

Desde os recentes acontecimentos na política brasileira, a cotação do ouro variou de maneira semelhante à do dólar, entre 5% e 8% ao dia. Por sua vez, se considerado o último ano, o metal precioso valorizou 10%. Além disso, as aplicações em ouro podem ser feitas mesmo com valores muito baixos - inviáveis para outros modelos de investimento, como ações da bolsa. "Hoje, um grama de ouro está cotado em cerca de R$ 135. Mesmo com uma disponibilidade financeira limitada, é uma alternativa viável para se proteger durante o momento de crise", conta o diretor da Ourominas.

Em um cenário mais pessimista, o ouro apresenta ainda outra vantagem: o Brasil é um dos poucos países que permitem levar o metal para casa. "Isso é uma blindagem contra eventuais intervenções mais drásticas do governo na economia", finaliza Cavalcante.

*Ourominas - empresa especializada em câmbio de moedas estrangeiras e ouro; referência no mercado brasileiro de compra e venda de ouro. www.ourominas.com.


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21/06/2017

USP firma parceria com Finlândia para rede global de inovação

A pouca conexão com o mundo real é um desafio enfrentado por universidades de todo o mundo. Como preparar futuros profissionais dentro de um ambiente acadêmico, mas sem deixar de lado as demandas do setor produtivo? Para criar experiências práticas de aprendizagem, a Universidade de Aalto, na Finlândia, decidiu apostar no trabalho colaborativo entre empresas e grupos de pesquisa. Com bons resultados nessa empreitada, a finlandesa expandiu o seu modelo e deu início a uma rede internacional que já reúne universidades em Portugal, Suíça, Estados Unidos, Austrália, Chile e Colômbia. Agora, o Brasil também ganha um representante no time, com a entrada da USP (Universidade de São Paulo) na Design Factory Global Network.

Em parceria oficializada nesta terça-feira (20/6), o InovaLab@POLI, da Escola Politécnica da USP, passa a fazer parte da rede global de laboratórios universitários com foco em ensino de inovação e empreendedorismo. A ideia é estimular o trabalho conjunto entre o ensino superior, centros de pesquisa e empresas, contando ainda com a possibilidade de compartilhar experiências com instituições de cinco continentes.

“Nós falamos muito sobre interdisciplinaridade. Amamos dizer que novas coisas acontecem quando combinamos diferentes disciplinas”, defendeu Viljami Lyytikaimen, representante da Universidade de Aalto, durante cerimônia realizada no departamento de engenharia de produção da POLI.

Além de estreitar os laços com o setor produtivo e estimular a interdisciplinaridade, a nova parceria irá permitir que os alunos brasileiros possam desenvolver atividades com a participação de universitários e pesquisadores de diversos países. Como exemplo concreto, Lyytikaimen cita um hackathon (espécie de maratona de programação) anual da rede, que ocorre simultaneamente em várias universidades e aproveita a diferença de fuso horário para as equipes se revezarem em turnos de trabalho. Apesar da distância geográfica, diversidade de culturas e idiomas, os grupos precisam aprender a trabalhar juntos para criar projetos inovadores.

O programa serve como um caminho para aplicar pesquisa e conhecimento prático, já que os alunos desenvolvem projetos para atender às demandas de empresas reais. “O nosso sistema educacional se baseia fortemente em cooperação, e isso se aplica também na pesquisa. Aprendizado mútuo entre atores de diferentes países é beneficial para todos”, aponta o embaixador da Finlândia no Brasil, Markku Virri.

Na hora de se comunicar com outros países, a tecnologia ajuda a encurtar distâncias e organizar processos. Prova disso são os quase dez vídeos, apresentados durante a cerimônia que oficializou a entrada USP na rede. Equipes de todo o mundo aparecerem dando as boas vindas ao novo laboratório e dizem estar ansiosas para trabalhar com São Paulo. “A filosofia da Design Factory envolve projetos reais e contexto real para os alunos trabalharem”, destaca Eduardo Zancul, professor da POLI e coordenador do InovaLab@POLI.

O processo de entrada da universidade para a rede Design Factory Global Network contou com o apoio do Fundo Patrimonial Amigos da Poli, da diretoria da Escola e da pró-reitoria de pesquisa da USP. Na avaliação do reitor Marco Antonio Zago, essa inserção é um passo importante para derrubar os muros da universidade. “Temos que fazer a universidade se relacionar com a sociedade e com o setor produtivo”, afirmou, ao mencionar que os cursos superiores não podem ser apenas acadêmicos, mas precisam dialogar com a realidade e as demandas da sociedade.

Nesse sentido, a professora Roseli de Deus Lopes, também coordenadora do laboratório, diz que a entrada na rede internacional finlandesa acompanha um movimento que teve início há cinco anos dentro da Escola Politécnica. “Temos nos dedicado muito a criar espaços dentro da escola e desenvolver estratégias para trabalhar com outras experiências de aprendizagem, principalmente voltadas ao desenvolvimento de competências de inovação e empreendedorismo.”

Conheça as instituições que fazem parte da rede aqui.

(Via Marina Lopes)

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11 dicas sobre empreendedorismo - aprendendo a realizar sonhos
Empreender é transformar um sonho em realidade.
E isso nem sempre se aprende na escola.

Muitos empreendedores descobrem a vontade de participar do mundo dos negócios desde cedo. Alguns até chegam a aprender sobre empreendedorismo, mas o cotidiano de administrar uma empresa é diferente daquilo que se aprende em sala de aula.

Conheça 11 dicas sobre empreendedorismo que normalmente não são aprendidas no banco escolar, mas no cotidiano, de acordo com Gustavo Garcia, fundador do meuBiZ, empresa especializada na compra e venda de empresas .

1. A rede de contatos será a sua habilidade mais importante

Na escola você pode até fazer os trabalhos sozinho. Mas no mundo dos negócios só é possível ter sucesso a partir das conexões. A sua rede de contatos oferece acesso a conhecimento, oportunidades e suporte de empreendedores mais experientes.

Por isso, crianças que investem seu tempo na construção de conexões podem ser as que mais se destacam no mundo empresarial.

2. Boas notas não se traduzem em sucesso nos negócios

Nos dias de hoje ainda existe o mito de que o sucesso acadêmico prepara as pessoas para o sucesso profissional. Isso é verdade até certo ponto, pois os melhores graduados podem receber muitas oportunidades de emprego.

A escola nos ensina a pensar de forma padrão e resolver problemas teóricos, mas não nos mostra como solucionar problemas do dia a dia, são complexos e nem sempre têm resposta certa.

Portanto, de uma forma geral, as escolas, universidades e, até mesmo cursos de MBA, desenvolvem um conjunto diferente de habilidades daquelas requeridas para empreender seu próprio negócio.

3. Empreender é uma montanha-russa

Ter um negócio parece ser um atalho para o sucesso, se você nunca empreendeu. A verdade, no entanto, é bastante diferente disso. A vida de um pequeno empresário é um carnaval selvagem, cheio de altos e baixos. Conduzir seu próprio barco pode gerar um nível alto de paixão, ambição, teimosia e, até mesmo, auto ilusão.

Uma pessoa de negócios pode possuir níveis de responsabilidade e estresse pouco percebido pelos seus funcionários. Por outro lado, também pode ter a alegria imensurável de ver seu trabalho tornando-se sucesso e seu sonho tornando-se realidade.

Dessa forma, é preciso estar preparado para essa montanha russa nos aspectos emocionais, psicológicos, familiares e físicos. Também é fundamental ter paciência, pois os resultados de um negócio não aparecerem de um dia para o outro. É assim que você se sentirá no mundo dos negócios.

4. Você nunca para de aprender

A sede de conhecimento e aprendizado é um dos sinais mais fortes de um empresário em ascensão. E para empreender, não basta conhecer seu próprio campo. É possível que você tenha que se tornar rapidamente um especialista em qualquer outro campo de conhecimento.

Devorar novos conhecimentos não só faz você melhorar nas áreas específicas do seu negócio, mas permite o surgimento de novas ideias e o leva a novas e excitantes direções.

5. Ter um emprego é mais fácil que trabalhar para si mesmo

Outro mito muito famoso no mundo dos negócios é de que ser seu próprio chefe é mais fácil que ter um emprego. Com certeza ser seu próprio chefe pode ser mais gratificante, mas não mais fácil.

Ser meu próprio chefe pode significar trabalhar de madrugada, ter preocupações diárias e não ter férias ou feriados. Afinal, o proprietário é responsável não só pelos resultados de sua empresa, mas pela sobrevivência de sua família e pelo salário de seus funcionários.

6. Criar empregos é ótimo

Ter uma empresa não é sobre ter sucesso sozinho. Quando um empresário tem colaboradores sob sua responsabilidade, ele começa a apreciar o verdadeiro papel que um negócio desempenha na comunidade. Um empresário ajuda seus funcionários a atingirem seus objetivos, enquanto esses o ajudam a alcançar o seu.

7. Você trabalhará mais horas que seus amigos

Há um ditado que diz: “eu trabalho 80 horas por semana para não ter que trabalhar 40 horas por semana”. De certa forma, é mais ou menos isso mesmo.

O empresário que se dedica ao seu negócio trabalha mais horas que seus amigos que são empregados, pois fez uma escolha de vida. Isso pode fazer com que o empresário, em muitos momentos não possa estar com seus amigos em um fim de semana.

8. Existe amizade entre concorrentes

No imaginário da maior parte das pessoas os concorrentes são rivais pessoais e brigariam até que o mais forte destrua o mais fraco. Mas isso não é verdade.

Na realidade, os concorrentes são, muitas vezes, as únicas pessoas que realmente podem compreender e entender um ao outro. Por isso, criar uma rede com os concorrentes e compartilhar os conhecimentos sobre o setor pode ser enriquecedor para todos. Mais cedo ou mais tarde, vocês poderão se juntar para executarem um negócio em parceria.

9. É possível deixar um negócio

Ter uma ideia e colocá-la em prática é muito bom. Nunca deixe de fazer isso. Mas esteja pronto para mudar os planos se a empresa não der certo. Se não for na sua primeira tentativa, tente a segunda, a terceira, e assim por diante. Muitos empresários só obtém o sucesso depois de décadas ou na velhice.

De acordo com Gustavo Garcia, a vantagem de poder desistir de um negócio é a possibilidade de vender a empresa para alguém que tenha mais familiaridade ou energia para dar continuidade a ela.

10. O tempo é o seu recurso mais importante

Na escola ou na faculdade, os professores não nos ensinam a dizer “não”. Mas ao dirigir sua própria empresa, será preciso investir o tempo de forma correta, sabendo como negar compromissos que lhe tirarão valor, ao invés de acrescentar.

Por isso, todo convite, obrigação ou tarefa deve passar por uma simples pergunta: isso me ajuda a atingir meus objetivos?

11. Histórias de sucesso não podem ser copiadas

Os grandes empresários de sucesso estão na mídia. É fácil encontrar algum para se apegar. Eles podem ser fontes de inspiração, mas o seu negócio tem particularidades e você também tem suas características. Cada história é uma história e nenhuma pode ser copiada.

Portanto, o que funcionou para alguém pode não funcionar para você. Tudo que pode ser feito é acreditar em sua própria visão e perseguir o seu sucesso.

(Via Gustavo Garcia)

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