23/09/2017

Exposição fotográfica mostra cotidiano de Ghana pelo olhar de um estrangeiro

Mostra gratuita fica em cartaz até 20 de outubro com 72 registros do fotógrafo Bruno Sophia. O acervo aborda temas que vão da vida diária ao voluntariado de estrangeiros na região

Projeto Retratos de Viagem: Ghana que deu origem ao livro de mesmo nome, lançado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro 2017, ganha exposição com fotografias que apresentam o cotidiano da vila de Assempanye, na África, vistos do olhar de um estrangeiro.

O acervo conta com 72 fotos que variam entre retratos de moradores da região, cenas do cotidiano como alimentação, brincadeiras, transporte e fé além das rotinas dos voluntários dos programas promovidos pela instituição IVHQ. A mostra teve início em 18 de setembro e fica em cartaz até 20 de outubro, com entrada gratuita, no Centro Cultural Solar de Botafogo . A visitação acontece de 15 às 21 horas de segunda à sábado.


No dia 27 de setembro um evento beneficente que vai das 19h30 às 22h00 completa a programação - além de visitar a exposição, neste dia, o autor assina os livros e os visitantes que desejarem poderão comprar fotos do acervo. Para fechar a noite, uma mesa redonda fala sobre as pontes culturais existentes entre Brasil e Ghana. O debate conta com a presença do secretário de igualdade racial da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Janan, com o autor da exposição Bruno Sophia que conta um pouco de sua experiência e tem mediação da repórter do SBT, Melissa Munhoz.

Todo lucro obtido com as vendas, tanto do livro quanto das fotos, será revertido para a continuidade dos projetos de voluntariado da instituição IVHQ, em Ghana. Bruno Sophia foi voluntário do projeto de construção e renovação, contribuindo com a melhoria de uma escola na região durante 8 semanas no primeiro semestre de 2017.

Serviço:

Evento: Exposição fotográfica Retratos de Viagem: Ghana
Data: de 18 de setembro a 20 de outubro de 2017
Horário: de 15h às 21h de segunda à sábado
Local: Centro Cultural Solar de Botafogo
Endereço: R. Gen. Polidoro, 180 - Botafogo, Rio de Janeiro - RJ


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22/09/2017

Reiner Tenente fala sobre a experiência em “Cantando na Chuva”

Em cartaz com Claudia Raia, Jarbas Homem de Mello, Bruna Guerin e grande elenco, Reiner Tenente tem um papel importante no musical “Cantando na chuva”: ele vive o personagem Cosmo Brown, imortalizado no clássico do cinema por Donald O’Connor.

- O processo para criar o Cosmo foi árduo, mas extremamente prazeroso já que toda equipe e direção foram muito cuidadosos comigo e acho que conseguiram acessar a minha criatividade de uma forma muito especial. Além de assistir ao filme, me inspirei muito no universo do palhaço e assisti longas que se passavam na década de 1920 para poder me ajudar a compor o personagem – revela Tenente.


Em cartaz desde 12 de agosto, com temporada até 26 de novembro, o ator canta e dança por duas horas e meia e em alguns momentos embaixo d’agua.

- Dançar e cantar já não é uma tarefa das mais fáceis, agora imagina fazer isso debaixo de chuva. Temos que ter muito cuidado, nos tornar “amigos” da chuva e do chão (risos) – brinca Reiner.

O artista tem uma longa carreira no teatro musical. Entre suas experiências teatrais estão os espetáculos “Roda Viva”, de Chico Buarque, direção de Patrícia Zampiroli e supervisão de André Paes Leme, “Tip e Tap ratos de sapato” com direção de Ronaldo Tasso e músicas de Tim Rescala, “Tim Maia – Vale Tudo – O musical”, onde viveu Roberto Carlos e Nelson Motta, dirigido por João Fonseca e texto de Nelson Motta. Além de preparação de elenco dos musicais "Rock in Rio - O Musical" e "Cazuza - O tempo não para" e performances como ator, cantor e dançarino no Gröna Lund em Estocolmo, na Suécia. Reiner também deu vida ao personagem “Clown” no espetáculo "O Grande Circo Místico", onde obteve ótimas críticas, além de atuar ao lado de André Dias, Sergio Menezes e Tadeu Aguiar em “Bilac vê estrelas”, que ganhou o prêmio Bibi Ferreira de melhor espetáculo, ambas as produções dirigidas por João Fonseca.

Além disso, Reiner Tenente é fundador do CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical), no Rio de Janeiro, onde exerce o cargo de Coordenação Pedagógica de Interpretação.

- Como estudante de teatro musical, sei da importância da Claudia Raia, da competência do Jarbas e do talento da Bruna, por isso é uma imensa honra estar protagonizando um espetáculo ao lado de artistas tão especiais e generosos – completa Tenente, sobre estrelar o espetáculo junto ao trio.

“Cantando na Chuva” está em cartaz no Teatro Santander (SP) até dia 26 de novembro com sessões às quintas e sextas, às 21h, sábado, às 17h e 21h, e domingo, às 16h e 20h.


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21/09/2017

1ª escola pública auto-sustentável da AL tem pedagogia para a sustentabilidade

Foi na pequena comunidade de Jaureguiberry, região costeira do Uruguai, que a primeira escola pública 100% auto-sustentável da América Latina foi construída em 2016.

Com 60% de sua estrutura física composta por material reciclado (garrafas de plástico, vidro, papelão e latas), a Ecoescula Sustentável ganhou o título não apenas pela sua edificação, mas também por trazer a sustentabilidade como tema central do ensino.


Idealizada pela ONG Tagma, a escola rural segue o padrão da rede pública do Uruguai e busca integrar o currículo tradicional com princípios de respeito ao meio ambiente, colocando as crianças em contato com a natureza.

A Ecoescuela atende 60 crianças com idade entre 4 e 11 anos em um turno de seis horas diárias, das 8h às 14h. "Funciona como qualquer outra escola pública do país, mas realizamos um trabalho especial que tem como foco a sustentabilidade", explicam os responsáveis pela ONG.


Para isso, a equipe de ensino passou por um treinamento onde foram apresentados os princípios de sustentabilidade que são estimulados pelo próprio edifício e de que forma isso poderia ser levado para as práticas pedagógicas.

Assim, os professores passaram a propor atividades e reflexões sobre o impacto humano no ambiente e como essa relação pode ser melhorada visando o desenvolvimento integral dos alunos. “Enfatizamos a importância de cuidar do meio ambiente e das relações humanas”, explicam.


Como o prédio foi projetado para produzir a menor quantidade possível de resíduos, os alunos têm contato direto com práticas sustentáveis.

A água da chuva, por exemplo, é reaproveitada para abastecer os banheiros e irrigar a horta que fornece os alimentos que serão consumidos pelas crianças e profissionais. “Cada professor adaptou os conhecimentos que adquiriu e os levou para a sala de aula respeitando o programa da escola pública”, explicam.


A diferença entre a escola sustentável e uma escola tradicional está justamente no potencial que tem em proporcionar conhecimento com foco em um ambiente sustentável. “O edifício serve como uma ferramenta para trabalhar questões que envolvem a água, o lixo e o fornecimento de energia”.


Integração com a comunidade

O prédio foi projetado pelo arquiteto norte-americano Michael Reynolds, conhecido por colocar em prática projetos que buscam aproveitar o máximo da energia do sol, da água, do vento e da terra, diminuindo os impactos no meio ambiente.


O envolvimento da comunidade foi outro ponto estimulado pela iniciativa desde o início. A Ecoescula começou a ser trabalhada com os moradores de Jaureguiberry em 2014, por meio de ações de mobilização que envolviam pais e filhos nas etapas de planejamento e construção do edifício. O objetivo era mostrar qual o impacto e benefícios daquele prédio na comunidade.

Por trás dessa preocupação estava a proposta de integrar a comunidade local com o espaço escolar para que houvesse uma troca de conhecimentos tanto sobre a construção do edifício quanto das práticas pedagógicas sustentáveis.

Assim, com a ajuda de 200 voluntários, adultos e crianças, de 30 países diferentes, a escola sustentável foi erguida, mostrando que uma novo caminho para a educação é possível e que ele começa na formação das novas gerações.

VÍDEO - Como funciona um escola 100% sustentável






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20/09/2017

Peça teatral infantil faz divertido passeio por lendas urbanas e folclore brasileiro

O Vendedor de Sacis & Outras Lorotas é um divertido passeio pelas lendas urbanas e pelo folclore brasileiro. José, ou simplesmente Zé, é um desses personagens que resolveu cair no mundo e conhecer as histórias, os causos e as lorotas de cada cidade que surge em seu caminho. Aventureiro e curioso, ele se mete em muitas enrascadas, deixando todos curiosos sobre tais aventuras e encantados com a magia das personagens ao se livrarem das encrencas.

Diversas histórias passam pela narrativa de Zé, que vai afirmar como verdadeiras todas as suas lorotas. Algumas ele leu em livros, outras são lembranças ou desejos próprios; também conta como sentiu no coração a dor do amor entre outras fantasias e bravatas. O Vendedor de Sacis & Outras Lorotas é carregado de humor e emoção: são chegadas e partidas, aventuras que só o carismático Zé sabe contar tão bem.

“Mentira? Só diz quem não viveu, e eu vivi”, afirma Zé ao primeiro que duvidar dos seus causos. “São verdades verdadeiras e eu conto porque conheço os mistérios dessas andanças”. E qual seria esse tempo que o Zé viveu? Sabe-se lá. “Só sei que pode ter sido no tempo de ontem ou de anteontem”, diz ele, finalizando: “o mais importante é que o amanhã existe, e é pra lá que o Zé tá indo”.

Vicentini Gomez já representou centenas de personagens, no teatro, na televisão e no cinema. E, depois do sucesso do italiano Giuseppe Cavichioli, seu personagem na novela Cúmplices de um Resgate (SBT), aceitou o desafio de voltar ao teatro para crianças, depois de 20 anos atuando em espetáculos para adultos, período no qual lotou teatros no Brasil e em países da Europa e América do Sul.

O espetáculo infantil O Vendedor de Sacis & Outras Lorotas, em cartaz no Teatro Ruth Escobaraté o dia 1º de outubro, tem ingressos promocionais a 10 reais nas duas últimas semanas de apresentação. A montagem tem direção texto e interpretação de Vicentini Gomez que, depois do sucesso como o italiano Giuseppe Cavichioli na novela Cúmplices de um Resgate (SBT), envereda com seu humor pelas lendas e pelo folclore. A montagem tem direção de Maximiliana Reis.

Ficha técnica / serviço
Texto e interpretação: Vicentini Gomez
Direção: Maximiliana Reis
Direção musical: Michel Vicentini
Figurino: Madalena Machado
Cenário e iluminação: Vicentini Gomez
Realização e produção: Palha & Cia - Casa de Criação

Espetáculo: O Vendedor de Sacis & Outras Lorotas
Teatro Ruth Escobar (Sala Dina Sfat)
Rua dos ingleses, 209. Bela Vista. Tele: (11) 3289-2358
Temporada: 12/08 a 01/10 - Sábados e domingos, às 16h
Duração: 60 min. Indicação de idade: 3 anos.
Ingressos promocionais: R$ 10,00 (valor único).
Bilheteria: quinta e sexta (14h às 21h30), sábado (12h às 21h30) e domingo (12h às 19h30).
Site: http://teatroruthescobar.com.br.


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Ocupação criativa INTEGRA moda, arte, design e gastronomia na Barra da Tijuca

Moda, bem estar, gastronomia, design, arte fazem parte do movimento INTEGRA, que realiza eventos gratuitos que acontecerão até novembro na Barra da Tijuca

O INTEGRA é uma iniciativa da Tegra Incorporadora, novo nome da Brookfield Incorporações em parceria com O Cluster. O projeto apresentará shows, Dj’s, expositores de moda, design e gastronomia, além de atividades infantis, exposições e workshops num evento voltado a toda a família e a todas as idades.


A segunda edição acontecerá entre os dias 28 e 30 de setembro e contará com uma série de atrações. Para começar, teremos a exposição do designer e ilustrador Rafo Castro, criador do personagem DIABO, que tomou as ruas do rio e exposições de street art. Na sexta-feira, dia 29, os Dj's Schmeisser & Bonitz levarão música de qualidade aos ouvidos mais exigentes passando pelo soulfunk, acid jazz/house, deep e tech house.

Já no sábado, dia 30, às 18h, o INTEGRA receberá a galera animada da banda de música Fanfarra Black Clube. O repertório passeia por todo o espectro da black music nacional e internacional, desde clássicos dos anos 70 até hits atuais. Sob a missão de fazer a galera dançar sem parar, a Fanfarra Black Clube está sempre pronta para o ataque!

O evento conta também com uma programação voltada para a criançada: no sábado, a partir das 16h, rola a oficina do Ateliê das Ideias que ensinará muito mais do que receitas. As crianças vão aprender sobre os alimentos para ter mais autonomia em suas escolhas e farão uma deliciosa receita.


A área da gastronomia contará com a Ziper que servirá pizzas, burguers, wraps e brownies. A Gelados da Tribo (sorvetes orgânicos artesanais) e O Motim (cerveja artesanal) também estarão presentes nesta edição do Integra.

O Integra receberá também expositores de moda e design e de comidinhas para levar pra casa.

A primeira edição, que aconteceu no fim de agosto, contou com diversos shows pelo projeto Sofar Sounds, conhecido movimento que reúne em lugares secretos artistas e bandas que se apresentam em shows intimistas sem a divulgação prévia dos artistas, além do DJ Andrei Yurievitch, da festa Manie Dansante, a exposição fotográfica que retrata o processo de pintura corporal em tecidos dos Kaiapós e a oficina de upcycling, processo que transforma os resíduos ou produtos inúteis e descartáveis em novos materiais ou produtos de maior valor, uso ou qualidade. O evento contou também com os expositores de moda Arara, Poch, Clin, Bossa Pack e Quaint além dos expositores de gastronomia.

A terceira edição do INTEGRA acontecerá entre os dias 19 e 21 de outubro. A quarta edição acontecerá entre os dias 23 e 25 de novembro.

O Integra apresentará shows, dj’s, expositores de moda, design e gastronomia, além de atividades infantis, exposições e workshops num evento voltado a toda a família e a todas as idades durante 2 meses, numa estimativa de 4000 pessoas no total num espaço de 1000 m².

A ocupação criativa INTEGRA é uma parceria com a plataforma multicultural O Cluster com a Tegra Incorporadora. O termo foi escolhido pensando na proposta do arquiteto e urbanista Lúcio Costa, que pretendia a partir de seu projeto urbanístico integrar a Barra da Tijuca com o restante da cidade. Por isso, o INTEGRA tem a proposta de oferecer o que há de mais recente na moda, arte, gastronomia e cultura, integrando a Barra da Tijuca com os demais pontos da cidade.

Essa é a primeira vez que O Cluster, reconhecido por oferecer ao público todas as novidades da cena e do mercado carioca a partir de uma criteriosa curadoria, se apresenta na Barra da Tijuca. Em seu quinto ano, a plataforma multicultural realiza os eventos em todas as regiões da cidade, já que a missão do projeto é ocupar de maneira criativa todo o território, ressaltando a cada evento a cultura e expositores locais, misturando-os com expositores e artistas de outras regiões.

Para Carolina Herszenhut, curadora e idealizadora d’ O Cluster, a participação da plataforma na Barra da Tijuca é mais uma meta que será alcançada:

"Levar um pouco d'O Cluster para a Zona Oeste sempre foi um desejo, faz parte da nossa missão de Ocupação Criativa da cidade. E fazer isso num lugar que foi pensado há quarenta anos por ninguém menos que Lúcio Costa como um espaço que seria o lugar para onde a cidade cresceria é incrível, pois nos faz pensar que estamos realmente integrando a cidade como um todo".

"Realizar o evento INTEGRA em parceria com a plataforma multicultural O Cluster ressalta exatamente o propósito da Tegra que é a de criar seus empreendimentos com alma. Pensando nisso, foi concebida essa ocupação criativa para aproximar ainda mais a Barra da Tijuca com o restante da cidade a partir de um viés cultural e artístico. Essa integração urbana segue exatamente o desejo do arquiteto e urbanista Lúcio Costa para a região do Centro Metropolitano, onde a vida nos empreendimentos se integra com a vida da cidade. Estamos muito felizes em poder realizar um evento que traz uma proposta de bem estar, cultura e arte para todos." Ressalta Frederico Kessler, Diretor de Incorporação da Tegra Incorporadora RJ.

Serviço: INTEGRA (edição de setembro)
Centro Metropolitano: Abelardo Bueno, 600. Barra da Tijuca.
Datas: 28 a 30 de setembro. Quinta e sexta-feira, das 18h às 23h e Sábado, das 15h às 21h.
Facebook: https://www.facebook.com/events/1624029927668660/?active_tab=about
Evento gratuito.
Classificação livre.



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19/09/2017

Festival Cine Inclusão tem sessão de encerramento dia 23/9 na Unibes Cultural

Visando a inclusão de pessoas com deficiência visual e auditiva, o encerramento conta com sistema de audiodescrição e tradução em Libras.

No dia 23 de setembro (sábado) acontece na Unibes Cultural, às 15 horas, o encerramento do 2º Festival Cine Inclusão, cuja edição tem a terceira idade como tema. A entrada é franca e os interessados devem confirmar presença pelo e-mailcineinclusao@muk.nu.

O evento inclui exibição de filmes convidados - Epílogo, de Daniel Seidl Moreira, Tomou Café e Esperou, de Emiliano Cunha, e Walter do 402, de Breno Ferreira – e de dois curtas-metragens que foram produzidos nas oficinas de capacitação para idosos desta edição.

Após a sessão de cinema, tem o debate A Atuação da Terceira Idade no Audiovisual, mediado por Victor Fisch (cineasta e curador do festival) com participação de realizadores convidados, entre eles Cervantes Souto Sobrinho (fundador do Cineclube Araucária, de Campos do Jordão) e os cineastas Gabriel Carneiro (Aquela Rua Tão Triumpho), Fernanda Galetti (Herói Sem Memória) eDaniel Seidl Moreira (Epílogo, também jornalista). Na ocasião serão entregues os troféus aos filmes vencedores, escolhidos por votação popular. Haverá também prêmio de melhor ator e melhor atriz, eleitos pela comissão do Festival.

No 2º Festival Cine Inclusão – iniciado no dia 2 de setembro – os filmes foram realizados e/ou protagonizados por pessoas com mais de 60 anos; e as oficinas sobre o fazer cinematográfico foram destinadas aos idosos, moradores de regiões periféricas. O projeto – realizado com o apoio do ProAC – criou um espaço de exibição e de debate sobre a importância da sétima arte na inclusão sociocultural de uma camada crescente da população.

A curadoria desta edição foi feita pelo cineasta Victor Fisch e pela pesquisadora e curadora Luciana Rossi, com participação da produtora portuguesa Elsa Barão. Foram selecionados 24 obras de diversos estados brasileiros, que foram divididas em Mostra Competitiva (filmes cuja temática e/ou seus protagonista são idosos) e Mostra Idosos em Ação (filmes realizados para pessoas com mais de 60 anos).

As exibições ocorreram no CEU Heliópolis, no CEU Paraisópolis e na Unibes Cultural (espaço também dos eventos de abertura e encerramento). As oficinas de capacitação cinematográfica para idosos foram ministradas pela cineasta Bruna Lessa e pela pedagoga Tati Rehder.

Segundo o criador do Festival Cine Inclusão, Daniel Gaggini, os objetivos desta segunda edição é “dar espaço a filmes que dificilmente seriam exibidos em outros festivais, cujos protagonistas ou realizadores sejam idosos; propor, por meio da arte, a interação e o intercâmbio de experiências e conhecimento; capacitar 60 moradores de Heliópolis e Paraisópolis no fazer cinematográfico; produzir obras audiovisuais e debater a importância da arte para a inclusão sociocultural do idoso”.

Filmes do encerramento

Filme: Epílogo (16’28”. Doc. 2012. São Paulo/SP)
Direção: Daniel Seidl Moreira. Roteiro: Daniel Seidl Moreira. Empresa / Produtora: Bellatrix Produções. Elenco: José Mirage Justo, Clotilde Ferreira, Severino da Silva, Geralda Bodog, Nemésio Alvarez, Yonne Martins.
Sinopse: A população brasileira envelhece em ritmo acelerado. A maioria dos idosos recebe cuidados e atenção de seus familiares, mas muitos são abandonados e acabam dependendo do Estado.

Filme: Tomou Café e Esperou (12’33”. Drama. 2013. Porto Alegre/RS)
Direção: Emiliano Cunha. Roteiro: Emiliano Cunha. Empresa / Produtora: Tokyo Filmes, Gogó Conteúdo Sonoro, Avante Filmes, Sofá Verde Filmes. Elenco: Milton Mattos, Vilma Loner, Marcos Verza e Ana Maria Mainieri
Sinopse: Carlos vai até a cozinha e prepara um café. O tempo que separa o ontem do agora.

Filme: Walter do 402 (16’33”. Comédia-Drama. 2016. Rio de Janeiro/RJ)
Direção: Breno Ferreira. Roteiro: Breno Ferreira e Bruno Saboia. Empresa / Produtora: Dom 21 Filmes. Elenco: Antônio Petrin, Alcione Mazzeo, Gustavo Arthiddoro, Aracy Cardoso, Daniela Fontan, Cinara Leal, Pritty Borges.
Sinopse: Walter é um idoso rabugento que sofre com sua solidão e vê no suicídio a única saída. Já sua vizinha, a solitária Vera, tem esperança que Walter seja a companhia que precisa. Ela tenta conquistar Walter usando o talento que tem na cozinha. Entre os dois, há o porteiro Zezinho, jovem Don Juan que não enxerga problema algum em viver sozinho.

Serviço

2º Festival Cine Inclusão
De 2 a 9 de setembro de 2017
Idealização e direção geral: Daniel Gaggini
Direção de produção: Luh Moreira
Realização e produção: MUK
Apoio: ProAC – Programa de Ação Cultural da Secretaria da Cultura do Estado de SP
Informações: http://cineinclusao.com.br/ / cineinclusao@muk.nu / (11) 2649-8508
Encerramento: 23 de setembro. Sábado, às 15h
Local: Unibes Cultural
Rua Oscar Freire, 2500 Sumaré. SP/SP. Tel: (11) 3065-4333.
Teatro (350 lugares). Classificação: livre. Duração: 90 min.
Ingressos: Grátis. Confirmar presença pelo e-mail cineinclusao@muk.nu.
Sessão com audiodescrição e tradução em Libras.

O Cine Inclusão

Cine Inclusão -arte.jpgA iniciativa do projeto Cine Inclusão é de Daniel Gaggini, artista e produtor que vem se destacando na realização de projetos dedicados à difusão de iniciativas culturais produzidas em regiões periféricas do Brasil. Em seu currículo, consta a realização da Mostra de Teatro de Heliópolis, o projeto/espetáculo Vira-Latas de Aluguel, o Festival Popular de Cinema de Itapeva, o projeto de capacitação cinematográfica Cine Inclusão, e a direção, por quatro anos, do Festival Cine Favela de Cinema.

A primeira edição do Festival Cine Inclusão foi realizada em 2015 e contemplou as comunidades de Capão Redondo e Cidade Tiradentes, além do Memorial da América Latina. O evento - que reuniu mais de 400 espectadores, exibiu 26 filmes em 14 sessões gratuitas - capacitou 46 jovens em oficinas de cinema e produziu duas obras audiovisuais. Promoveu ainda um debate com participação dos institutos Criar e Querô e dos projetos É Nóis na Fita e Kaminu Filmes (Colômbia).



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Professor perseguido por abordar identidade de gênero e diversidade sexual na escola

Combater o preconceito e promover o respeito dentro da escola, debatendo identidade de gênero e diversidade sexual. Foi com esse objetivo que o professor Daniel Macedo, da Escola Estadual Lucilo José Ribeiro, na cidade de São José da Tapera, em Alagoas, desenvolveu o projeto Diário de Gente — Sexualidade e Gênero.

Para tanto, elaborou com os alunos uma série de oficinas com estratégias pedagógicas diferenciadas: analisaram textos e reportagens sobre feminicídio, violência contra a mulher e identidade e expressão de gênero. Também assistiram a filmes e palestras, fizeram uma peça de teatro, apresentações de dança e música e uma sessão de fotografia.

Nesta última, o professor e os alunos foram retratados utilizando acessórios, roupas, maquiagens e objetos ditos “do outro gênero”.

Desde então, o professor tornou-se alvo de perseguição. Na Assembleia Legislativa do Estado, o deputado Bruno Toledo (Pros), defensor do Escola Sem Partido, cobra uma “punição severa” ao professor, com o apoio de outros parlamentares.

Outro deputado, Antonio Albuquerque (PTB), sugeriu ainda encaminhar uma reclamação ao Poder Executivo, solicitar explicações do secretário estadual de Educação, bem como provocar a atuação do Ministério Público (MP) no caso.

Daniel Macedo também tem sofrido ataques pessoais e difamação nas redes sociais principalmente por páginas pró-Escola Sem Partido.

“Quanto um professor é agredido, a democracia e a liberdade de expressão são agredidas. Eu fui posto como criminoso, tenho me sentido violentado, humilhado. Eu sou professor, sou gente, sou psicólogo. Eu não sou de esquerda, de direita, de centro. Não sou comunista, não sou capitalista. Não estou a serviço de nenhuma ideologia, de uma organização religiosa, da militância gay. Eu estou a serviço do respeito, de uma escola que acolhe e respeita a todos e todas em suas várias formas de expressão”, desabafa.

O projeto

A Escola Estadual Lucilo José Ribeiro funciona em tempo integral e atende 1068 alunos do Ensino Médio. A matriz curricular contém as disciplinas obrigatórias, as profissionalizantes, as eletivas e os Projetos Integradores. Estes projetos têm por princípio resolver um problema da turma, da escola ou da comunidade.

Professor de Educação Física na escola, Daniel Macedo, no início do ano, ficou encarregado de orientar a disciplina de Projetos Integradores da turma do 2º ano, de 26 alunos.

Após uma série de dinâmicas de grupo que versavam sobre diferentes aspectos do cotidiano e da comunidade, o professor aplicou um questionário de levantamento de interesses. Em primeiro lugar, surgiu gênero e sexualidade. Em segundo, tecnologia, tema do próximo projeto a ser desenvolvido pela turma.


Portanto, o tema surgiu da demanda dos próprios estudantes que viam a escola ser palco de numerosos atos e discursos de discriminação contra os alunos homossexuais e transexuais.

“Temos estudantes com ideações suicidas e se automutilando por conflitos em relação ao gênero e à sexualidade, sendo xingados e humilhados pelos corredores. A escola ia esperar alguém cometer suicídio?”, questiona Macedo.

Ele e outro psicólogo voluntário também realizam plantões de escuta na escola para acolher estes alunos e a questão aparecia recorrentemente.

“Sou professor de Educação Física, mas também sou formado em Psicologia, e meus alunos me procuram para conversar. Mas não adianta tratar só estes alunos individualmente, não são eles o problema. Era preciso uma ação coletiva para combater o preconceito em todas as suas formas de expressão, e não só tratar os efeitos em quem sofre”, explica.
As oficinas

Juntos, professor e alunos decidiram então os objetivos do projeto Diário de Gente— Sexualidade e Gênero: conhecer os conceitos relacionados a sexo, orientação sexual, identidade e expressão de gênero, assim como sensibilizar a comunidade escolar e a família para coibir comportamentos de preconceito e discriminação.

Ao longo do primeiro semestre, realizaram as 13 oficinas. A última delas foi a mostra fotográfica que gerou a polêmica. Os jovens puderam optar se queriam participar ou não da sessão, sem qualquer prejuízo.

O docente também conta que teve cuidado especial em garantir a autorização de todas as instâncias para realizar o projeto. A Secretaria Estadual de Educação e o Conselho Escolar, órgão máximo do colégio, formado por familiares, funcionários, professores e alunos, aprovaram o projeto.

Para realizar e divulgar as fotos, os familiares também assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido sobre as imagens. Dizia-se literalmente que os meninos iriam, por exemplo, usar batom, maquiagem e esmalte, e que isso seria divulgado nas redes sociais. Todos os pais ou responsáveis autorizaram. O professor também fez devolutivas constantes aos alunos de modo que deixassem suas famílias esclarecidas sobre todas as etapas da ação.

“Esse projeto veio para dizer aos nossos alunos que eles não precisam recorrer à automutilação, ao suicídio. A escola não pode ser omissa quando isso emerge dentro de seus muros. Um colégio de mil alunos significa um colégio com mil modelos de educação familiar, e todas essas demandas interferem na relação professor-aluno e na de ensino-aprendizagem. A escola virou refém de uma sociedade que não consegue lidar com as demandas que ela mesma criou”, analisa o professor alagoano.

O projeto vai ao encontro do Pacto Alagoano das Diversidades, um programa de formação de professores da Secretaria Estadual de Educação, que prepara os docentes para lidar com questões de diversidade. A rede estadual de Educação também já publicou uma portaria para as escolas utilizarem o nome social de alunos nos documentos oficiais da instituição e nos diários de classe.

Conheça algumas das oficinas realizadas

- Sessões cinematográficas: o professor exibiu os filmes Minha vida em cor de rosae Orações para Bob. Ao final, os alunos preencheram uma ficha e, na última questão, tinham a possibilidade de dar um novo fim ao enredo do filme. Depois, debateram em grupo.
- Mapa conceitual: expuseram na escola um mural explicando os conceitos sobre feminicídio, a lei Maria da Penha, homofobia, transfobia, transexualidade, orientação sexual e identidade de gênero.
- Experimento social: os alunos circularam pela escola com placas dizendo “o que é orientação sexual? O que é identidade de gênero? Eu sou gay. Eu sou travesti”, e outros termos. O alunos foram orientados a registrar todas as expressões, comportamentos e falas que outros alunos emitiram dentro da escola. Na aula seguinte, discutiram se as reações eram de preconceito e discriminação.
- Intervenção artística: construíram e expuseram um globo terrestre em luto, em que marcaram os registros estatísticos de violência contra a mulher e a população LGBT no Brasil até o ano de 2016.

(Via Educação Integral)


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18/09/2017

“Demasiado Humano”, novo EP de Chris Dortas, será lançado em outubro

O cantor e compositor Chris Dortas lança em outubro o seu próximo EP, que vai suceder “Ecoando”, de 2015. O novo trabalho é feito pela Deck Disc, com produção de Rafael Ramos, e ganhou o título de “Demasiado Humano” e será lançado em 6 de outubro.

- Esse novo trabalho tem influência da música inglesa, a qual gosto e sempre escuto muito, MPB e pop. Considero um dos melhores trabalhos que fiz e o mais maduro – revela o cantor.

O primeiro single, que leva o nome do EP, “Demasiado Humano”, foi lançadoem 15 de setembro, nas plataformas digitais e o web clipe está no youtube (abaixo). Ele traz “uma letra reflexiva, quase um desabafo”, nas palavras do multifacetado artista.


- Nela observo o mundo e percebo muitos equívocos, falta de sentido em muitas ações humanas, uma sociedade fora da ordem, onde quem procura agir corretamente e ser verdadeiro acaba sendo taxado de errado e excluído. Expresso a esperança de encontrar “algum lugar” que tenha mais que essas situações duras e inversões de valores – analisa.

O EP apresenta quatro novas canções, todas com produção de Rafael Ramos (Deck Disc). “Ele captou bem a onda do trabalho, as referências e enriqueceu muito, conduzindo os arranjos. É um cara com quem gosto de trabalhar. Esse novo trabalho tem influência de música inglesa (britpop), MPB, pop e rap. Estou muito feliz com o resultado”, ressalta Dortas.

Todas as músicas são composições de Chris, que promete elementos novos em seu trabalho, mas também toques do que fizeram o público se apaixonar pelo trabalho anterior, como foi “Em meio a tudo”, uma das músicas temas da novela “Alto Astral”, da TV Globo.

- O público pode esperar um trabalho diferente de tudo que fiz até aqui, mas ainda com o toque característico como na balada "Em Pedaços", que será o segundo single que vou lançar no dia 29 de setembro – finaliza.

Completam o EP as músicas Ancorando e Não é o fim.

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14/09/2017

Sobre a arte e a miséria do ser


A arte é o que nos salva da loucura, do excesso de sanidade, das regras e normas, da bula de remédio, da vida, da morte. Questionar a arte, seja por sua qualidade ou serventia, é bastante válido, assim como é essencial e necessário fazer, beber e comer a arte.

Retire tudo o que tem arte na sua vida e provavelmente nem mesmo você sobrará. Humanos fazem arte e a arte transforma os humanos em algo maior e melhor.

Há arte menor, maior, ruim, boa, necessária, fútil e é ótimo que exista tantas qualidades ou categorias, exatamente porque elas refletem a principal característica de seus criadores: o elemento humano do ser. A arte deve ser questionada, debatida, pensada, amada, odiada, como qualquer coisa nesta nossa vida.

A arte deve existir enquanto máquina de guerra, como quem luta contra a dor e a morte e as vence através dela, e tão somente por ela. Como fosse um embate eterno entre o ser e o não ser, a arte não pode cessar ou ser calada. Caso contrário, a vida perde, a morte vence, o humano desaparece, a loucura morre e nos deixa tão repletos de sanidade que não aguentamos mais viver.

Não sei se Deus ou o acaso foi quem criou a natureza, mas uma coisa é fato: nada mais artístico do que ela. Bela, feia, gigante, minúscula, poderosa, fraca, visível, invisível. Retire a arte da natureza e o que sobrará? Talvez um homem ambicioso, prepotente e cheio de ideias com um machado nas mãos, a ceifar a vida em troca de um papel ilusório.

Deixe a arte e falar. Se não gostar, basta não escutar ou fechar os olhos. A arte não é uma 'bala mágica' que adentrará em seu cérebro infectando você com um vírus. Não. Você pode pensar e questionar sobre tudo o que vê ou ouve. Não precisa concordar, mas respeitar e dialogar, sempre.

(Via Marcelo D'Amico)

 
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13/09/2017

Setembro Amarelo - mês de prevenção ao suicídio

O Setembro Amarelo é um sinal de alerta para todos em nosso tempo. Um mês inteiro dedicado a uma campanha de prevenção ao suicídio. O número de mortes por suicídio associadas à depressão não é desprezível. Ao contrário, nos alerta para um perigo crescente em nosso mundo. 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 90% dos suicídios estão ligados a alguma psicopatologia, facilmente tratável. Não ignore qualquer sinal de uma doença psicológica. Seja contigo ou outra pessoa qualquer, não deixe passar em branco qualquer sinal ou sintoma. Procure ajuda. Converse. E principalmente não sinta vergonha. 

Você não precisa dizer tudo a todos. Pode mentir se achar necessário. Mas não se engane: uma depressão, por exemplo, não costuma sumir num passe de mágica. Ela exige tratamento e acompanhamento, assim como tantas outras doenças psicopatológicas. Particularmente, sou contra medicamentos psiquiátricos, mas se considerar necessário, faça uso. Muitas doenças pode levar ao suicídio e a depressão é apenas uma delas. Cuide-se. E não fique em silêncio. Temos que falar sobre depressão e suicídio. Comunicar-se ajuda.

(Via Marcelo D'Amico)

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