02/06/2008

Cousas do Brasil

A Amazônia continua sendo desmatada impiedosamente. A floresta é agredida anualmente, de diversos modos. Além do desmatamento, li notícias em abril, na Agência Brasil, sobre plantações de cocaína em algumas regiões. O Fantástico (TV Globo) deste domingo noticiou quão fácil é um estrangeiro adquirir terras amazônicas. A denúncia não é nova.
Ao mesmo tempo, recebemos e-mails de diversas naturezas falando diversas cousas sobre a floresta: a maioria delas sem qualquer comprovação ou citação de fonte.
São tantas cousas sobre este Brasil amazônico que perdemos a noção exata do que é nossa floresta, a quem pertence suas terras, como é feita a vigilância (precária) da floresta, como proteger e o que fazer a respeito.
Nós, brasileiros, ficamos ao longe, muitas vezes com lágrimas nos olhos, vendo um patrimônio deste mundo indo embora, e ainda assim, ficamos sem saber pra onde ir, o que falar ou o que fazer. A mídia poderia dedicar uma reportagem mais profunda para a Amazônia, para que houvesse um debate mais sério em nossa sociedade, para que os brasileiros soubessem ao menos sobre o que estão falando, e soubessem agir melhor, numa ação conjunta de toda a sociedade.






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Um comentário:

  1. Será que a sociedade está sedenta por essa informação? Sei que a maioria dos brasileiros sente pena ao ouvir essa ou aquela notícia sobra a Amazônia, mas não acredito que se disporiam a lutar por ela. É uma questão de escolha, de preferência. Nós, aqui do sudeste, conhecemos muito pouco dessa realidade. Parece que o norte do Brasil é outro país. Enfim, uma causa como a Amazônia colocaria em xeque o sentimento de patriotismo do brasileiro, especialmente da elite brasileira que ganha com o desmatamento.

    Se o Brasil é o país do futuro não sei, o que vejo agora é que estamos na ponta das notícias no mundo. Biodiesel, Amazônia, petróleo, água e a violência é claro. Recorde de investimentos, carteira assinada, risco Brasil e um presidente operário. Acredito que o Brasil sempre será um país de contradições, nossa linha de evolução nunca se acertará, pois nascemos da exploração e convivemos com o desejo de dar o troco, ou seja, todo brasileiro um dia quer explorar, mesmo que indiretamente, inconscientemente, alienadamente, etc.

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