04/09/2008


"E sem dúvida o nosso tempo... prefere a imagem à coisa, a cópia ao original, a representação à realidade, a aparência ao ser... O que é sagrado para ele, não é senão a ilusão, mas o que é profano é a verdade. Melhor, o sagrado cresce a seus olhos à medida que decresce a verdade e que a ilusão aumenta, de modo que para ele o cúmulo da ilusão é também o cúmulo do sagrado."
(Feuerbach, prefácio à segunda edição de A essência do cristianismo).

0 comentários:

DEIXE SEU COMENTÁRIO. SUA VOZ É IMPORTANTE.