26/07/2009

Põe água no feijão que estou voltando...

Escrevo estas palavras em meu computador, depois de nove dias fora de casa e em repouso (numa outra casa e não no hospital). Tudo começou com uma dor muito forte. A dor acabou me levando aos hospitais do Rio de Janeiro e toda esta andança renderá muito assunto. Assunto sério.
Interessante é que os três primeiros médicos foram categóricos ao dizer meu diagnóstico: hérnia. Outro médico, consultado depois, disse-me outra coisa: você não tem hérnia. Enfim, a dor continua, porém, bem mais leve do que antes.
Aparentemente estou bem, depois de tanto repouso e incerteza. Esta semana farei outros exames ainda. Mas até este exato momento, acreditem ou não, eu desconheço o problema que tenho e causou tantas dores. Aos poucos, vou relatar minhas experiências com médicos e hospitais cariocas. Mas antes, façamos uma pausa para uma oração:
Senhor Governador Sérgio Cabral,
Senhor Prefeito Eduardo Paes
E funcionários públicos do Rio de Janeiro,
Tenham piedade de nós.
Pelos impostos que pago sem atraso,
Por meus deveres cumpridos de cidadão
E por toda essa gente que aqui vive,
Tenham piedade de nós.
Após feita a oração, não posso deixar de comentar: toda vez que passo pela Cidade da Música (ex-Roberto Marinho) fico pensando se teríamos melhoras na Saúde Pública se nosso dinheiro não fosse gasto de maneira tão imbecil.
Será que o povo carioca não gostaria mais de uma Cidade da Saúde Pública e Efetiva? Ou quem sabe de uma Cidade dos Asfaltos Sem Crateras? Ou sei lá que outras Cidades poderíamos criar com mais de 500 milhões de reais gastos num projeto inconcluso e estúpido.
Enfim, vou concluindo por aqui. Assim mesmo, com um texto meio mal feito e escrito nas coxas (nas coxas não, pois causa-me dores). Termino lamentando minha saúde púbica e a Saúde Pública Carioca. Infelizmente, o Rio de Janeiro que vejo pelo Televisor é muito diferente deste no qual vivemos. Infelizmente.

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