25/08/2009

A (falta de) saúde carioca

Duas pessoas, que preferem manter sua identidade em sigilo, afirmaram que em hospitais públicos estaduais e municipais (cidade do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense) existem médicos profissionais, nos turnos da noite, que abandonam o plantão para ficar em casa, recebendo salário pelo trabalho que deveriam realizar e não realizam. Desconheço, na prática, se existe fiscalização a este respeito e como é feita. Disseram que deixam com os médicos residentes seus carimbos, com nome e C.R.M., e simplesmente vão para casa. Importante saber:
Residência Médica constitui modalidade de Ensino, caracterizado por treinamento em serviço, sob a orientação de profissionais médicos.
Mas como o cidadão comum pode se prevenir contra este acontecimento, se não sabe se o médico que lhe atende é residente ou profissional, e se residente, se está sob orientação de um profissional "in locus"? Para todos os efeitos, o paciente consultado volta para casa com uma Receita Médica com o carimbo de um médico profissional, sem sequer saber que tal profissional passa a noite em casa descansando e que os residentes de plantão não estão sendo orientados por nenhum profissional. Quem souber mais detalhes sobre esta fiscalização, se existe e como é feita, por favor, forneça os detalhes. A saúde no Rio de Janeiro já não é perfeita e se isto realmente acontecer na prática, merece punição.

2 comentários:

  1. Sem falar nos médicos, plantonistas ou residentes, que ficam tomando cafézinho na sala dos médicos, passadas três a quatro horas do ínicio daquela que deveria ser a sua hora de atendimento.
    Enquanto isso, as salas de espera ( to falando dos hospitais públicos!!! ) lotadas de pessoas das mais variadas zigue-ziguiziras, um passando vírus pro outro...!

    Façamos um teste...passados 40 min do início do atendimento, se o médico ainda não estiver na sala, procure-o no refeitório ou na sala dos médicos. É batata! quer, dizer...é café!

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  2. quem fica doente no rio tem que rezar muito...

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