14/08/2009

Globo, Record, Confecom e a República dos Bananas.

A Globo se retirou da CONFECOM (leia aqui e aqui), mas utiliza seu tele-jornal para defender escancaradamente interesses próprios, usando blocos inteiros do Jornal Nacional para atacar sua principal concorrente, a Record.
Não defendo ou ataco as alegações do "processo" contra a Record, que aliás nem é novo e, provavelmente, já nasceu morto. Meu questionamento é o uso de um jornal televisivo para destruir a concorrência e aumentar seu espaço no mercado, que por sinal, também vem caindo ano a ano.
Dizem que a Globo esteve por trás da queda do diploma jornalístico e moveu mundos pela queda da Lei de Imprensa, deixando o Direito de Resposta ao léu. Claro que não fez isto sozinha, contou com a ajuda de outros dois jornalões. Mas as "lutas" globais foram empreendidas com o intuito de atacar a concorrência livremente e quem mais desejarem? Isto se chama jornalismo, Sr. Ali Kamel e Sr. Willian Bonner? O mesmo Bonner que chamou o cidadão brasileiro de Homer Simpson (leia aqui)? Afinal de contas, que país é este?
OBS: o melhor dos ataques entre Globo e Record é a utilização de políticos do Congresso como "vozes da lei e do bom senso", os mesmos políticos do mesmo Congresso atacados sem trégua durante os últimos meses. Como políticos brasileiros, em sua maioria, são brasileiros acima de tudo, fazem declarações pomposas sobre a necessidade de investigações, corrupções, ética na comunicação brasileira e assim por diante. Só com estes fatos, é possível redigir uma tese de doutorado.
Bem-vindo: você está na República dos Bananas Tupiniquins.

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