23/11/2009

Por Zezinho - A urna eletrônica brasileira é fabricada ela Diebold, uma empresa americana. No vídeo abaixo, uma equipe de pesquisadores da universidade de Princeton (EUA) demonstra que um vírus (especialmente criado para esse fim) pode alterar os votos dos eleitores, fraudando a eleição.
Obviamente, o mesmo pode ocorrer com a urna brasileira. Organizado pelo TSE, o “desafio hacker” foi realizado com regras que impediam um trabalho sério de pesquisadores, inclusive com uma limitação de tempo de trabalho de 3 horas! Sabemos que, ao longo dos últimos anos, diversas urnas eletrônicas foram extraviadas, inclusive por notícias na imprensa.


Existem mil maneiras de introduzir código malicioso nas urnas; infecção convencional por vírus, compilador adulterado, firmware contaminado, etc., etc., etc., …
Apenas uma votação não-eletrônica em paralelo, que possa ser usada para conferência por amostragem, pode evitar a fraude eletrônica de maneira eficiente.

A votação não-eletrônica em paralelo pode ser obtida pela impressão do voto, que seria apresentado em um visor transparente para conferência do eleitor (na cabine) e depois cairia automaticamente em uma urna de lona convencional.

A impressão precisa ocorrer em todas as urnas, caso contrário a rotina maliciosa poderia detectar a presença da impressora e não realizar as suas funções apenas nas urnas com voto impresso.


A apuração dos votos impressos seria feita em um pequeno percentual das urnas de lona, cujos resultados seriam comparados aos obtidos eletronicamente, constituindo uma amostragem estatística confiável.
Voltarei ao assunto mais tarde, com um roteiro completo para uma eleição eletrônica extremamente segura, com apuração rápida e auditada.
Não podemos permitir que a vontade popular e o destino de nosso povo fique tão vulnerável a manipulações, venham de onde vierem.

Quem quiser se aprofundar, basta ver o vídeo da Princeton clicando AQUI.

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