06/12/2009

Paes quer nova taxa, eu não!

Você, cidadão carioca, que paga muito imposto e vê seu dinheiro ser mal aplicado, prepare-se! O vereador Luiz Carlos Ramos é autor do projeto que deseja criar mais uma taxa para o município, a de iluminação pública. O excelentíssimo prefeito Eduardo Paes está apoiando o projeto.
Segundo o absurdo projeto apoiado pelo prefeito, tem cidadão que poderá pagar a pequena quantia de R$ 90,00 mensais. Um blog já foi criado para recolher assinaturas e impedir a criação de mais uma taxa absurda, o TAXA NÃO. Em diversas postagens neste blog, já escrevi que, tanto o município quanto o estado do Rio de Janeiro, são ricos e possuem recursos mais que suficientes para administrar a cidade e o estado. O grande problema é a administração, a atual e as anteriores.
Acesse o blog, assine o abaixo-assinado e impeça mais este absurdo.  Luiz Carlos Ramos, segundo o portal da organização Excelências, é um político que tem 6,7% de relevância para a cidade, ou seja, 93,3% de inutilidade para os cidadãos cariocas. E mais, manifeste-se por e-mail contra um dos vereadores que já tiveram pedido de expulsão do PSDB por infidelidade partidária, como mostra notícia do Globo de abril de 2009:
Guaraná e Luiz Carlos Ramos foram os únicos do partido que apoiaram a campanha de Eduardo Paes, candidato do PMDB, que acabou vencendo as eleições no Rio. As placas de propaganda eleitoral dos vereadores não exibiam o nome do candidato do Partido Verde, Fernando Gabeira, que tinha uma aliança com os tucanos na capital fluminense.

3 comentários:

  1. Cruzes...Sabe quando esta taxa vai entrar? Quando o povo tiver pintando a rua pra copa de 2014...rs..rs..

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  2. Esse Luis Carlos Ramos, durante muito tempo, frequentou aqui a minha rua, não só minha rua como todo o bairro...prometeu mundos e fundos, ganhou muitos votos e sumiu!!! É o típico político que troca votos por sacos de cimento, tijolos...

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  3. Minha pergunta é sempre a mesma: como um cara que vende votos, tem cerca de 7% de relevância, cria imposto, é expulso do partido e tudo o mais, ainda consegue ser eleito? Será que o povo brasileiro não é o espelho destas práticas, ou seja, adota-as em seu cotidiano? Somos todos iguais, ou quase todos?

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